sábado, 14 de maio de 2011

PROFESSORES DA E.E.QUERUBINA SILVEIRA PARTICIPARAM DE CAPACITAÇÃO PARA CORREÇÃO DE FLUXO NA ÚLTIMA SEMANA DE ABRIL


      
                                                       Representante da SEEC 

                                     Equipe da Correção de Fluxo- 9ª DIRED                   

                                
Ocorreu no período de 27 a 29 de abril de 2011, no CIAC de Currais Novos a Capacitação para o Programa Correção de Fluxo 2011, onde a nossa escola é uma das atendidas com essa modalidade de ensino para alunos de 6º e 7º anos. O objetivo do programa é corrigir um dos principais problemas do sistema público de ensino, a distorção idade-série, causadora de prejuízos aos estudantes, às escolas e ao sistema público de ensino Diante da necessidade de ampliar a escolarização de jovens em situação de distorção idade-série, o MEC optou por um modelo de ensino que alia recursos tecnológicos e metodologias pedagógicas diferenciadas, a fim de favorecer a aprendizagem e a permanência desses alunos nas escolas.
 




        

A VOCAÇÃO PROFISSIONAL


 Acredito que toda criança escuta a famosa pergunta: “O que você vai ser quando crescer?” E assim, mesmo sem entendermos bem, crescemos com um questionamento vocacional dentro de nós. A palavra “vocação” vem do latim “vocatione” (substantivo) e significa “chamado”, “escolha”, “talento”, “aptidão” ou “vocare” (verbo), que significa “chamar”.
Podemos dizer que existem dois tipos de chamado: um humano e outro divino. O que chamamos de humano consiste na possibilidade de realização de todas as nossas capacidades ou talentos. A dimensão divina consiste no chamado a termos uma relação pessoal com Deus. As duas dimensões são igualmente importantes.
Hoje, no entanto, falaremos um pouco da primeira dimensão, ou seja, da humana. Na escolha por uma profissão é importante levarmos em conta a realização pessoal e o serviço ao próximo. Para descobrirmos a nossa vocação precisamos responder a perguntas como: Do que eu gosto? Quais são as minhas aptidões naturais? O que fala mais alto em mim quando penso em uma vocação? Responder essas perguntas é o primeiro passo para a descoberta de nossa vocação.
Entretanto, precisamos salientar que precisamos perceber em que temos uma maior habilidade e adaptar o nosso talento natural à realidade, pois o trabalho também possui uma outra dimensão que é a de prover a subsistência de cada um de nós.
Victor Frankl afirma que: “O trabalho pode representar o campo em que o ‘caráter de algo único’ do indivíduo se relaciona com a comunidade, recebendo assim o seu sentido e o seu valor. Contudo, este sentido e valor é inerente em cada caso, à realização (à realização com que se contribui para a comunidade) e não a profissão concreta como tal. Não é, por conseguinte, um determinado tipo de profissão que oferece ao homem a possibilidade de atingir a plenitude. Neste sentido, pode-se dizer que nenhuma profissão faz o homem feliz. A profissão, em si, não é ainda suficiente para tornar o homem insubstituível; o que a profissão faz é simplesmente dar-lhe a oportunidade para vir a sê-lo”.
A nossa profissão constitui-se numa possibilidade de nos colocarmos a serviço do outro, e é nessa possibilidade que o nosso trabalho ganha importância e significado, permitindo-nos a descoberta de quem realmente somos. A realização que vem do trabalho tem relação com o que há de mais específico e original em cada um de nós.
No exercício profissional podemos expressar, de forma única, quem somos e, assim, oferecer uma contribuição para a sociedade que somente nós podemos dar. Isso independentemente do que fazemos. Portanto, a questão não está no que fazemos, e sim, em como fazemos. Claro, precisamos estar atentos à realidade em que vivemos e as oportunidades que por um acaso possam surgir para bem aproveitá-las. Mas o mais importante é entendemos que não é uma profissão que faz o homem feliz; uma profissão apenas oferece oportunidade para sermos feliz. A verdadeira felicidade está em servimos ao outro e a Deus.
São Domingos Sávio dizia que: “Ser santo é cumprir bem os deveres e ser alegre”. Ele nos deixou a lição de que “trabalhar com alegria” é um bom caminho que podemos seguir rumo à santidade e, dessa forma, podemos unir as duas dimensões vocacionais: a humana e a divina.
Façamos tudo com alegria, na certeza de que independente da nossa profissão, independente do que nós fazemos, podemos contribuir para o bem de outros, podemos deixar a marca da nossa singularidade, pois somos “únicos e irrepetíveis” como bem dizia Victor Frankl. Procuremos viver a cada dia o princípio deixado por São Paulo: “Quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façais tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). 

Manuela  Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.



A IMPORTÂNCIA DAS PARCERIAS EM UM MUNDO COMPETITIVO E GLOBALIZADO

                                                                                 Jorge Monti

Parceria é o intercâmbio de atitudes, conhecimentos, colaboração e objetivos em comuns. Hoje, devido a globalização, a comunicação acontece de forma muito rápida, existe cada vez mais ao alcance de todos maiores informações, é preciso abrir as mentes para se objetivar estas informações.
As parcerias cada vez mais se tornam necessárias, ninguém têm o poder absoluto, não se pode realizar projetos sozinhos. O caminho para crescer, por mais forte que seja uma instituição, é através dos pensamentos em comuns.
Jorge Monti, brilhantemente, dá uma aula para todos nós sobre Globalização e Parcerias, falando de forma transparente e racional das novas necessidades e realidade do mundo. Com muita maestria coloca seu ponto de vista crítico e toca em pontos cruciais, importantes e definitivos para que seja alcançado objetivos em comuns.
Para Jorge Monti, globalizar significa, levar para todo mundo conhecimentos iguais, cultura, iguais condições, métodos, alimentação, etc.
Em um restaurante por exemplo, o Chefe de Cozinha, precisa de ingredientes para a confecção de seus pratos, isto é possível através de fornecedores, onde por trás de toda a negociação existe um comprador, junto com este comprador existe uma nutricionista controlando a qualidade dos produtos, existe um responsável por a e b, até chegar no Gerente Geral.
Para que tudo funcione, é necessário ter uma cadeia,ajuda mútua e  trabalho em equipe. Tudo depende da harmonia e o bom funcionamento deste ciclo. Antigamente as empresas não perguntavam, faziam, hoje não, as necessidades cresceram e não se consegue realizar tudo sozinho,pois,nem todas as pessoas dentro da instituição é eficiente o suficiente para fazê-lo.
No Brasil as empresas achavam que podiam fazer tudo sozinhas, atualmente está bem claro que cooperação e parcerias são necessárias. “Na Abaga, quanto mais amigos e parceiros somamos, mais coisas conseguimos realizar, nos juntamos a parceiros que interpretem e se identifiquem com os nossos objetivos, que agreguem experiências e respeitem a cultura de cada um.Nos juntamos com a Abracohr porque acreditamos em sua filosofia, objetivos e acima de tudo na ética destes profissionais, queremos que cada vez mais o comprador seja visto de forma digna, com respeito, pois ele pode fazer a diferença em uma insituição.Precisamos sempre ter um processo de integração das instituições, sempre com o objetivo de buscar o melhor serviço e a valorização individual do cliente final.Todo o processo têm que estar bem afinado e interligado para que isso aconteça.O Chefe de Cozinha depende de sua equipe, sozinho não consegue realizar seus objetivos.Pelé em um jogo fazia três gols, mas sua equipe ganhou mais jogos, fazendo mais gols que ele, o conceito de equipe é fundamental” disse Jorge Monti.
Nas parcerias é preciso agir com honestidade e transparência, são acordos e objetivos em comuns, todas as partes precisam ganhar, não se pode ganhar sozinho.
O empenho e o trabalho são essenciais para o processo andar, mas infelizmente muitos gostam de apenas aparecer e não colocam a mão na massa, É preciso uma participação em conjunto, com limites bem claros e definidos para todos, não apenas colocar as coisas no papel, mas fazer tudo acontecer na prática.
O mundo a cada dia que passa fica mais agressivo, os novos jovens que estão surgindo crescem com uma atividade mental muito maior, o computador é uma necessidade comum hoje em dia, a necessidade por este e outros motivos tornam necessários criarmos uma unidade coorporativa de ajuda mútua.
O objetivo comum entre Abracohr, Abaga e Abrasel, por exemplo são bem racionalizados, buscam melhorar a educação, o desenvolvimento do indivíduo e o reconhecimento e respeito do mercado.
A Abracohr dentro de seu segmento se preocupa desde sua fundação em educar, mostrando o lado bom e o lado ruim do mercado, ensinar o trabalho para o comprador e desta maneira melhorá-lo.
Em nenhum momento procuramos fazer máfias ou somas de poder, mas sim levar o conhecimento á todos, fazer a cadeia produtiva andar, sempre em conjunto, cada um respeitando seu segmento. 

Fonte : www.abaga.com.br/modules